ISSN 2183 - 3990       

Promover a Saúde da Criança e do Adolescente na Escola: Que estratégias implementar?

Promover a Saúde da Criança e do Adolescente na Escola:
Que estratégias a implementar?

Promoting the Health of Children and Adolescents in School:
What strategies to implement?

Fátima Cardoso*[1]/ Maria do Carmo Sousa*

* Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro -Escola Superior de Enfermagem, Vila Real, Portugal; 1Universidade Católica Portuguesa/Instituto Ciências da Saúde, Porto; Centro de Investigação em Estudos da Criança (CIEC) da UM

 

Resumo

Ao longo dos anos a escola tem vindo a ganhar expressão como espaço estratégico para a promoção da saúde. Reconhece-se a influência que, em contexto escolar, a educação em saúde tem sobre crianças e adolescentes, na aquisição de hábitos e comportamentos favoráveis à sua saúde e bem-estar. O educador/professor deve ser um elemento facilitador da aprendizagem no domínio da saúde e da tomada de decisões de modo informado e consciente. Para tal deve recorrer a estratégias pedagógicas, adequadas às características do grupo de alunos e sempre com a finalidade de contribuir para a adoção de estilos de vida saudáveis e para a prevenção de comportamentos de risco.

Palavras-chave: Escola; Promoção da Saúde; Estratégias Pedagógicas.

 

Abstract

Over the years the school has gained expression as a strategic space for the promotion of health. It recognizes the influence that, in schools, health education has on children and adolescents, in the acquisition of habits and behaviors favorable to their health and well-being. The educator/teacher should be a learning facilitator in the field of health and making informed and conscious decisions. To this should use teaching strategies, appropriate to the students group characteristics and always with the aim of contributing to the adoption of healthy lifestyles and the prevention of risk behaviors.

Keywords: School; Health Promotion; Pedagogical Strategies.

 

Introdução

O conceito de escola promotora de saúde tem sido amplamente promovido pela Organização Mundial de Saúde e tem vindo a ser implementado internacionalmente como uma abordagem eficaz de promover a saúde da criança e do adolescente. Assim, a escola ganhou expressão como espaço estratégico para a concretização de iniciativas de promoção da saúde.

Ao assumir uma perspetiva bem mais alargada do que a tradicional transmissão de conhecimentos organizados em disciplinas, a escola surge como contexto de grande relevância para, desde cedo e em fases de desenvolvimento tidas como determinantes, se aceder a um grande número de indivíduos (WHO, 2000) e se oferecerem oportunidades aos estudantes para uma maior capacitação (empowerment) para lidar com a saúde e os assuntos com ela relacionados (Leger, Young, Blancahard & Perry, s.d.).

Um conjunto de diversos fatores determinam a escola como espaço adequado para a promoção da saúde: (i) possuir uma infraestrutura que incorpora oportunidades educacionais, pessoal treinado para a educação, ação comunitária e várias estruturas e suportes que podem reforçar mensagens de saúde; (ii) constituir um elo de ligação e de interações positivas com famílias, pares e comunidade local, elementos que podem influenciar a saúde das crianças; (iii) ter acesso a um grande número de crianças e adolescentes durante um longo período das suas vidas e em fases em que as suas capacidades de aprendizagem são exponenciais; (iv) estar vinculada a um ministério que fornece orientações em relação à educação das crianças nas áreas relacionadas com a saúde (McBride, Midford & Cameron, 1998, como citado em Cardoso & Sousa, 2014).

Com este workshop pretende-se contribuir para a compreensão da importância da promoção e educação para a saúde, bem como fomentar o conhecimento implícito no planeamento de atividades de promoção de saúde em contexto escolar.

 

Promoção da Saúde em Meio Escolar

A promoção da saúde na escola é fundamental para que sejam prevenidos ou significativamente reduzidos a maior parte dos problemas de saúde e dos comportamentos de risco, associados ao ambiente e aos estilos de vida (Direção-Geral da Saúde [DGS], 2006), e deve concretizar-se através de um programa de saúde escolar efetivo, conseguido com a implementação de projetos, bem estruturados e delimitados no tempo (Tavares, 1990).

O projeto, enquanto instrumento de trabalho, incorpora todas as atividades educativas que concorrem para a educação para a saúde e a sua operacionalização configura-se na metodologia de projeto, preconizada no Plano Nacional de Saúde Escolar (DGS, 2006), onde são consideradas as seguintes etapas:

 

Identificação do(s) problema(s)

É o ponto de partida para a conceção e desenvolvimento do projeto e caracteriza-se por permitir efetuar o diagnóstico da situação, desenhar uma intervenção apoiada nos dados recolhidos e nos recursos disponíveis; avaliar a dimensão dos problemas na frequência e gravidade, selecionando o que forem considerados prioritários e exequíveis por todos os parceiros e apreciar o nível de adesão da comunidade.

 

Definição dos objetivos

Os objetivos deverão corresponder às mudanças que se pretendem implementar pelo que devem indicar claramente o sentido da mudança, quantificando-a ou traduzindo momentos de mudança e explicitando destinatários, contextos e período a que respeitam.

 

Seleção de atividades

Feito o diagnóstico da situação e discutidas prioridades e objetivos, deve construir-se um plano de ação, que respeite determinados princípios:

· Os estudantes têm que ser considerados sujeitos-atores do processo educativo.

· As cinco dimensões das escolas promotoras de saúde: organizacional, curricular, psicossocial, ecológica e comunitária, tem que ser sempre consideradas;

· O trabalho em rede intersectorial é imprescindível e obrigatório e para cada atividade tem que se especificar a metodologia, as tarefas necessárias à sua realização, as pessoas envolvidas e o tempo de realização.

A preparação do orçamento para o projeto é uma das etapas que exige uma atenção especial, pois dela depende o assegurar da concretização de todas as atividades.

Organização do trabalho dos diferentes elementos da equipa

Nesta etapa é necessário definir quem lidera o projeto, quem se responsabiliza pelas diversas tarefas e como se faz a interligação entre os diferentes elementos e funções.

 

Avaliação do projeto

Esta etapa é essencial, na medida em que pode dar origem a novas dúvidas ou problemas que justifiquem a (re)formulação da ação (Dias, Loureiro & Loureiro, 2013) e avaliar a eficácia do projetono âmbito do processo e dos resultados alcançados, considerando as cinco dimensõesdas escolas promotoras de saúde, bem como o aumento de competências dos estudantes, pais e professores, com a evidência dos ganhos em saúde.

A avaliação decorre durante todo o projeto, tendo a formativa como principal objetivo a melhoria e o aperfeiçoamento das várias etapas e a sumativa a contabilização dos ganhos em saúde, bem como a análise do impacto das atividades nos seus destinatários (Dias et al., 2013).

Para a colheita de dados sobre o projeto, utilizam-se instrumentos de recolha de informação, como por exemplo questionários, inquéritos por entrevista, grelhas de observação e relatórios. No processo de avaliação são utilizados indicadores, nomeadamente a taxa de concretização das atividades, o grau de consecução dos objetivos, o aumento de competências pessoais e/ou sociais, o nível de participação/envolvimento, o grau de satisfação e interesse dos destinatários, o impacto das atividades de educação para a saúde na alteração dos hábitos e o grau de resolução do(s) problema(s) inicialmente identificado(s), entre outros.

A elaboração de um relatório de avaliação no final do ano letivo torna-se imprescindível, a fim de possibilitar a reformulação das estratégias inerentes às ações de educação para a saúde que tiveram menor impacto junto da população alvo.

Por último é importante referir que os projetos deverão ter em atenção as prioridades nacionais para as áreas de promoção da saúde, tais como a saúde mental, a saúde oral, a alimentação saudável, a atividade física, a educação para o ambiente e saúde, a promoção da segurança e a prevenção dos acidentes, a saúde sexual e reprodutiva, a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, a prevenção do consumo de substâncias lícitas e ilícitas, a prevenção da violência escolar e do bullying e aeducação para o consumo. Ainda, devem estar orientados para apoiar os currículos escolares e trabalhar acontecimentos de saúde relevantes, levando em consideração a realidade epidemiológica e devendo as ações serem dirigidas para as práticas da escola e dos estudantes e para as suas necessidades (DGS, 2006).

Os projetos de saúde em meio escolar exigem planeamento de curto, médio e longo prazo, devendo ser sucintos e exequíveis. Também devem ser dinamizados por equipas multidisciplinares, respeitando-se a relação pedagógica privilegiada com os professores e envolvendo os pais/encarregados de educação e as famílias, bem como a restante comunidade educativa (DGS, 2006). Para que tenham sucesso têm que estar de acordo com as necessidades manifestadas e atender às potencialidades dos estudantes, o que significa que os projetos têm que ser bem estruturados e delineados com continuidade no tempo para conseguirem os comportamentos e atitudes que se pretendem promover.

O êxito da implementação dos projetos de saúde em meio escolar vai depender de uma ação concertada entre todos os parceiros envolvidos.

 

Estratégicas pedagógicas de educação para saúde em meio escolar

Não se pode falar em projetos de promoção da saúde em meio escolar sem abordarmos as estratégias de educação para a saúde, dado que a esta é uma atividade de comunicação que implica um processo de ensino-aprendizagem referente a um conjunto de conhecimentos, crenças, atitudes, valores, habilidades e competências (Leger et al., s.d.).

A educação para a saúde revela-se um instrumento primordial de promoção da saúde em meio escolar, na medida em que contribui para dotar crianças e adolescentes de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao seu bem-estar físico, social e mental, bem como à saúde dos que os rodeiam, preparando-os para um papel pró-ativo nos processos de tomada de decisão nos assuntos relacionados com a saúde.

A efetividade e sustentabilidade das ações de educação para a saúde depende da integração da promoção da saúde de forma transversal no currículo escolar. A abordagem transversal ocorre quando todas, ou grande parte das áreas do conhecimento contribuem, ainda que em diferentes medidas, para o desenvolvimento dos conteúdos relacionados com a saúde (Gomes, 2009). Segundo Leger et al. (s.d.) as abordagens continuas, sistemáticas e multifacetadas são mais efetivas para se conseguirem ganhos em saúde do que que as atividades desenvolvidas unicamente em sala de aula ou as intervenções esporádicas.

No ambiente escolar, o educador/professor tem que ser um facilitador da aprendizagem no domínio da saúde, deve saber utilizar diversas estratégias de ensino-aprendizagem e contribuir para o desenvolvimento de competências nos estudantes que os capacitem para o confronto consigo próprios, no sentido de desenvolverem hábitos saudáveis e resolverem os seus próprios problemas.

Refira-se que o educador/professor ao empregar estratégias de ensino-aprendizagem deverá respeitar as fases de desenvolvimento psicológico e intelectual dos estudantes a que se dirige.

Assim, na infância, para favorecer mudanças de atitudes e de práticas de saúde deve-se, preferencialmente, utilizar atividades lúdicas, como por exemplo dramatizações, canções, jogos, artes plásticas. Isto, porque a infância é a idade da brincadeira. Através delas a criança satisfaz, em grande parte, os seus interesses, necessidades, e desejos particulares, sendo um meio privilegiado de inserção na realidade (Dallabona & Mendes, 2004).

Relativamente ao jardim-de-infância, a prática educativa da saúde deve-se pautar pela vivência experimental dos conteúdos a serem trabalhados, justamente porque a criança em idade pré-escolar é ainda um ser muito concreto, que não formou a noção de abstração e porque emite julgamentos apoiando-se na perceção mais direta e evidente, isto é, o que vê, ouve, sente e cheira.

Desempenhando os anos pré-escolares um papel significativo no desenvolvimento da imagem corporal e na aquisição de hábitos do cuidado consigo e com o próprio corpo, é importante desenvolver atividades educativas sobre este tema. Deverá ainda ser dada preferência ao desenvolvimento das que favoreçam a autonomia da criança e que trabalhem temas relacionados com áreas específicas sobre a aquisição de hábitos saudáveis e sua relação com a aquisição e manutenção de saúde. Por exemplo atividade física, alimentação saudável, higiene oral e prevenção de acidentes.

A melhor estratégia para quando se pretende ter um feedback sobre conceitos de saúde, de crianças com idade inferior a sete anos, é fazer perguntas simples intercaladas com atividades recreativas (Álvarez Montero, Navas Perozo & Rojas Morales, 2006).

De acordo com a mesma fonte, qualquer ação de educação para a saúde na idade infantil requer uma linguagem simples e acompanhada por um grande conteúdo gráfico.

Recomenda-se que os temas, além de serem trabalhados com as crianças, também o sejam com os pais, para que estes adquiram informações novas, conheçam o trabalho da escola e reforcem esse tipo de ação educativa em casa.

Na adolescência, verificam-se alterações importantes a nível cognitivo como seja, a capacidade para pensar acerca de hipóteses, ideias abstratas, valores e teorias que permitem ao adolescente compreender melhor o meio que o rodeia, podendo assumir outras responsabilidades quanto à sua saúde. Assim a educação para a saúde deve integrar estratégias pedagógicas que propiciem discussão, problematização, reflexão das consequências das escolhas no plano individual e social e decisão para agir. Tem que se conceder aos adolescentes um papel ativo nos processos de tomada de decisão nos assuntos relacionados com a saúde (WHO, 1993) e envolve-los em programas e projetos em saúde torna-se crucial, pois constitui um elemento fundamental na promoção e na difusão de condutas favorecedoras da saúde (Prazeres, 1998).

Um outro aspeto importante é o facto de a adolescência também se caracterizar por uma profunda reorganização dos relacionamentos sociais que envolve um aumento da interação e do tempo passado com os amigos e colegas (Cole, 2003, como citado em Magnani, 2012). Apesar do apoio social dos pais continuar a ser importante, os adolescentes procuram uma identidade de grupo que adquire uma relevância muito grande para o sentido de autoestima. Geralmente recorrem aos colegas e amigos quando precisam de algum conselho ou opinião (Magnani, 2012). Por conseguinte, uma estratégia que tem sido bem-sucedida são as dinâmicas de grupo. De entre elas, evidencia-se o trabalho interpares, uma vez que os adolescentes são quem conhece melhor os adolescentes. Eles conseguem detetar os problemas dos seus pares e podem fornecer apoio, orientá-los na procura de ajuda e acompanhá-los na resolução de problemas específicos (Kornblit, Diz, Leo & Camarotti, 2007).

Outras estratégias que podem ser utilizadas são o aconselhamento psicológico, a comunicação de massas, os métodos audiovisuais, a educação assistida por computador, as feiras de saúde, conferências e artigos de divulgação nos media.

 

Considerações Finais

A escola proporciona um espaço estratégico para a promoção da saúde, na medida em que tem acesso a uma vasta população infantojuvenil, interagindo com a mesma ao longo dos vários anos das suas vidas. Esta população atravessa etapas determinantes para o seu desenvolvimento, em que as capacidades são exponenciais, existindo uma grande recetividade e permeabilidade à aprendizagem e integração de atitudes positivas em relação à saúde e hábitos de vida saudáveis.

A educação para a saúde em meio escolar deve centrar-se em temas que respondam às prioridades nacionais para as áreas de promoção da saúde, como seja, a saúde mental, a saúde oral, a alimentação saudável, a atividade física, a educação para o ambiente e saúde, a promoção da segurança e a prevenção dos acidentes, a saúde sexual e reprodutiva, a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, a prevenção do consumo de substâncias lícitas e ilícitas, a prevenção da violência escolar e do bullying e aeducação para o consumo.

Uma escola eficaz na promoção da saúde emprega métodos de ensino-aprendizagem baseados na evidência, envolvendo a participação ativa dos estudantes na criação de experiências de aprendizagem e facilitando a cooperação entre todos os intervenientes no processo. Deverá oferecer retorno imediato de informação aos estudantes, estabelecer e promover expectativas elevadas, respeitar a diversidade de talentos e formas de aprendizagem e permitir tempo suficiente para as tarefas de aprendizagem (Leger et al., s.d.).

É fundamental ter sempre presente que só o esforço conjunto dos diferentes intervenientes permitirá alcançar o objetivo a que todos se devem propor: dotar as crianças e os adolescentes de conhecimentos, competências e valores tendo em vista a escolha de estilos de vida saudáveis e a prevenção de comportamentos de risco.

O desenvolvimento deste Workshop, através da interação criada no grupo, permitiu a reflexão sobre a importância que atividades de promoção e educação para a saúde têm em meio escolar e, a discussão em torno das estratégias a adotar, possibilitou fomentar o conhecimento implícito no planeamento de atividades de promoção de saúde em contexto escolar.

 

Referências

Álvarez Montero, C., Navas Perozo, R., Rojas Morales, T. (2006). Componente educativo, recreativo, asociativo en estrategias promotoras de salud bucal en preescolares. Rev. Cubana Estomatol., 43 (2). Retirado de http://www.sld/revistas/est/vol.43_2_06/est05206.htm

Cardoso, F., & Sousa, M. C. (2014). A saúde da criança e do adolescente: Papel da escola na sua promoção. In C. A. Ferreira, A. M. Bastos & H. Campos (Orgs.), Práticas educativas: Teorização e formas de intervenção (pp. 193-201). Vila Real: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Dallabona, S. R., & Mendes, S. M. S. (2004). O lúdico na educação infantil: Jogar, brincar, uma forma de educar. Rev. Divulg. Téc.-Cient., 1 (4), 107-112.

Dias, M. L. C. D., Loureiro, M. J. M. N., & Loureiro, M. I. G. (2013). Projetos de educação para a saúde em meio escolar: Da avaliação às práticas de referência. Revista Portuguesa de Educação, 26 (1), 287-306.

Direção-Geral da Saúde. (2006). Circular normativa 7/DGE. Programa Nacional de Saúde Escolar. Lisboa: Autor.

Gomes, J. P. (2009). As escolas promotoras de saúde: Uma via para promover a saúde e a educação para a saúde da comunidade escolar. Educação, 32 (1), 84-91.

Kornblit, A. L., Diz, A. M. M., Leo, P. F., & Camarotti, A. C. (2007). Entre la teoría y la práctica: Algunas reflexiones en torno al sujeto en el campo de la promoción de la salud. Rev. Argent. Sociol., 5 (8), 11-27.

Leger, L. S., Young, I., Blancahard, C., & Perry, M. (s.d.). Promover a saúde na escola: Da evidência à acção. Paris: International Union for Health Promotion and Education.

Magnani, A. I. G. P. (2012). Intervenção e aprendizagem: Adolescência (ed. rev.). Curitiba: IESDE Brasil.

Prazeres, V. (1998). Saúde dos adolescentes: Princípios orientadores. Lisboa: Direção-Geral da Saúde.

Tavares, A. (1990). Métodos e técnicas de planeamento em saúde. Lisboa: DRHS.

World Health Organization. (1993). The european network of health promoting schools. Copenhagen: Author.

World Health Organization. (2000). Local action: Creating health promoting schools. Geneva: Author.

 

[1] Endereço para correspondência: This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

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