ISSN 2183 - 3990       

A percepção dos alunos sobre o trabalho colaborativo dos professores nas comunidades de aprendizagem e desenvolvimento profissional.

A perceção dos Alunos sobre o trabalho colaborativo dos Professores nas Comunidades de Aprendizagem e Desenvolvimento Profissional

Perception of Students on collaborative work of teachers in the Learning and Professional Development Communities

 

Teresa Morais1*/Paula Matias*/Lúcia Gonçalves**/Rosalina Sampaio*

* Escola S/3 S. Pedro; ** Salesianos de Poiares – Colégio This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. ; This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. ; This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

 

Resumo

A Comunidade de Aprendizagem e Desenvolvimento Profissional: Comunidade Desafios Educativos, em atividade desde 2009 na Escola S/3 S. Pedro, propôs-se avaliar no ano letivo 2014-2015 o trabalho desenvolvido pelos professores que a constituem através da perceção dos seus alunos. Pretende-se com este trabalho avaliar a satisfação dos alunos, de modo a obter informações úteis sobre as práticas dos docentes e permitir uma reflexão sobre os resultados de modo a contribuir para o desenvolvimento e aperfeiçoamento profissional dos professores que compõem a comunidade. Para o efeito foi aplicado um questionário a 174 alunos distribuídos pelo 3.º CEB e Ensino Secundário. Os resultados são muito positivos, tendo a grande maioria dos alunos manifestado opiniões muito favoráveis à utilização de métodos de aprendizagem cooperativa e de técnicas de avaliação formativa.

Palavras chave: Trabalho Colaborativo; Aprendizagem Cooperativa; Avaliação Formativa; Perceção dos Alunos.

 

Abstract

The Learning Community and Professional Development: Educational Challenges Community, active since 2009 at the S. Pedro school, Vila Real, has proposed to evaluate in the school year of 2014-2015 the work developed by the teachers through the perception of their students. With this project, it is intended to evaluate the students’ satisfaction, in order to obtain useful information about the teachers’ practices and to permit a reflection about the results in order to contribute to the development and professional improvement of the teachers that are part of the community. For this purpose, it was applied a survey to 174 students distributed by the 3ºcycle and secondary education. The results are very

positive, with the vast majority of students expressing favorable opinions about the use of cooperative learning methods and formative evaluation techniques.

Keywords: Collaborative Work; Cooperative Learning; Formative Evaluation; Students’ Perception.

 

Introdução

Com as novas exigências da sociedade, em geral, e da escola, em particular, pretende-se que os professores se desenvolvam profissionalmente num grupo de trabalho colaborativo. As Comunidades de Aprendizagem Profissional possibilitam esta atitude dos professores face ao ensino e são concebidas como os meios que melhor reúnem as condições para assegurar um desenvolvimento profissional eficaz (Gonçalves, Silva & Lopes, 2014). Neste sentido, e de modo a potenciar a qualidade do ensino, os professores devem ter uma atitude reflexiva, dinâmica, inovadora e investigativa (Fullan, 1992; Lopes & Silva, 2010a; Oliveira, 2010). A importância e necessidades de colaboração entre os professores está plasmada nos articulados legais mais recentes (Despacho Normativo n.º13-A/2012, de 5 de junho, e Despacho Normativo n.º6/2014, de 26 de maio) considerando-se que promove o conhecimento científico e pedagógico dos professores e beneficia a qualidade do ensino.

Integrados numa Comunidade de Aprendizagem Profissional, os professores colaboram identificando problemas profissionais da sua prática e, em conjunto, procuram alternativas de atuação pedagógica que permitem a resolução dos seus problemas, com vista a atingir a melhoria dos resultados escolares dos alunos (DuFour, 2004; Gonçalves et al., 2014; Lima, 2012; Lopes & Silva, 2010b; Morais, Gonçalves, Guedes & Sampaio, 2014; Roberts & Pruitt, 2010; Stegall, 2011). A partilha de responsabilidades, a partilha de experiências e de conhecimentos, a partilha na aprendizagem contínua por parte dos professores que ocorre numa Comunidade de Aprendizagem assegura a melhoria da sua prática (Lima, 2012; Roberts & Pruitt, 2010; Stegall, 2011). A investigação-ação é uma metodologia de trabalho usada pelos professores nos processos de investigação para melhoria da prática. Através da investigação/ação, os professores da Comunidade de Aprendizagem Profissional investigam as possíveis maneiras de resolver um problema identificado, experimentando métodos cooperativos e técnicas inovadoras de avaliação formativa e refletindo continuamente sobre os processos envolvidos e avaliam os resultados (Morais et al., 2014).

Neste enquadramento, os membros da Comunidade de Aprendizagem Profissional da Escola de S. Pedro realizaram um trabalho de investigação-ação que teve como objetivo principal investigar as perceções dos alunos sobre os métodos cooperativos e as técnicas de avaliação formativa implementados nas suas aulas, pelo facto de estes, de acordo com inúmeras investigações (Cunha, 2007; Gonçalves, 2010; Lopes & Silva, 2010b; Ramos, 2008), se revelarem eficazes para os alunos. A utilização de métodos de aprendizagem cooperativa e a diversificação de estratégias de avaliação formativa constituíram os eixos de intervenção da Comunidade de Aprendizagem e Desenvolvimento Profissional: Comunidade Desafios Educativos (CDE) da Escola S. Pedro, no ano letivo 2014-152.

Vários estudos dão conta das vantagens da utilização dos métodos de aprendizagem cooperativa não só para a aquisição de conhecimentos como também para a aquisição e treino de competências sociais (Gonçalves, 2010; Gonçalves, Silva & Lopes, 2012, 2015; Lopes & Silva, 2009; Ramos, 2008).

Segundo Lopes e Silva (2009), os métodos de aprendizagem cooperativa podem ser formais ou informais. Caracterizam-se os métodos formais por serem aplicados durante mais tempo e pela estruturação mais detalhada das atividades de cada aluno nos grupos de trabalho cooperativo. Os métodos informais funcionam durante menos tempo, de alguns minutos a uma aula.

Os professores que integram a comunidade CDE, utilizaram métodos formais e informais. Dos métodos informais foram mais frequentes o Volte-se para o seu vizinho, Já podem mostrar, Senhas para falar, Mesa redonda, Cabeças numeradas juntas (Lopes & Silva, 2009). Foram também postos em prática métodos formais com regras de aplicação mais exigentes como o STAD, o Jigsaw, a Controvérsia Construtiva e a Tutoria entre pares (Lopes & Silva, 2009).

As vantagens e obstáculos na aplicação destes métodos foram objeto de intensa discussão e reflexão objetivando um autêntico trabalho colaborativo entre os diferentes membros da Comunidade de Aprendizagem.

Introduzida nos diplomas legais, em Portugal, desde 1992 com o Despacho Normativo n.º 98-A/92 de 20 de junho, a avaliação formativa é a principal modalidade de avaliação prescrita para o Ensino Básico (Despacho Normativo n.º 1/2005, de 9 de dezembro), sendo definida no Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, como uma modalidade de avaliação com carácter contínuo e sistemático, devendo os professores recorrer a uma variedade de instrumentos de recolha da informação adequados à diversidade das aprendizagens e tem como objetivo o ajustamento de estratégias e processos de ensino e de aprendizagem. Aparece também definida do mesmo modo e com os mesmos objetivos no Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março, para o Ensino Secundário.

A avaliação formativa ou avaliação para as aprendizagens é, de há muito, um processo associado à melhoria das aprendizagens e com benefícios acrescidos para os alunos com mais dificuldades (Fernandes, 2009; Lopes & Silva, 2010b; Silva & Lopes, 2015). É uma avaliação para as aprendizagens e não das aprendizagens porque tem como objetivo principal não apenas certificar a aquisição de conhecimentos mas contribuir para que os alunos aprendam mais e melhor (Lopes & Silva, 2010b; Silva & Lopes, 2015). Sendo uma das estratégias com mais impacto na melhoria dos resultados escolares é, no entanto, pouco utilizada pelos professores em geral (Fernandes & Gaspar, 2014). Com o objetivo de melhorar as aprendizagens dos alunos foram aplicadas pelos professores da CDE Técnicas de Avaliação Formativa (Lopes & Silva, 2012) como Ponto Enlameado, Bilhetes à Entrada e à Saída, Duas Estrelas e um Desejo, Copos Coloridos, entre outras.

O questionário pretendeu avaliar a satisfação dos alunos relativamente à utilização dos métodos de aprendizagem cooperativos e das técnicas de avaliação formativa, fornecer informações úteis aos docentes sobre as suas práticas e permitir uma reflexão sobre os resultados de modo a contribuir para o desenvolvimento e aperfeiçoamento profissional dos professores que compõem a comunidade.

 

Metodologia

Conhecidas as vantagens do trabalho colaborativo para os professores (Gonçalves, et al., 2014; Morais et al., 2014), tornava-se fundamental conhecer as perceções dos alunos sobre o trabalho dos professores que integram a comunidade de aprendizagem (CDE). Assim, com este propósito foi construído um questionário com questões abertas e fechadas do qual foi feita uma análise estatística descritiva simples (Murteira & Black, 1983).

O questionário, aplicado a 174 alunos, compreende duas partes. Uma primeira parte com cinco questões, compreende questões em que é utilizada a escala de Likert, contemplando quatro possibilidades de resposta fechada, distribuídas entre o discordo totalmente, discordo, concordo e concordo totalmente e uma questão de resposta aberta. Esta primeira parte do questionário incide sobre a perceção dos alunos relativamente aos métodos de aprendizagem cooperativa, pretendendo-se saber quais os mais utilizados, quais os benefícios do trabalho em grupo cooperativo e as preferências dos alunos na formação dos grupos. A segunda parte, constituída por três questões de resposta fechada, pretende avaliar a perceção dos alunos sobre as principais técnicas de avaliação formativa utilizada pelos seus professores, qual a sua frequência e se consideram que estas contribuem para melhorar o rendimento escolar. O questionário foi aplicado no final do 2.º período do ano letivo de 2014-2015, a alunos do 7.º ao 10.º ano de escolaridade com maior incidência no 3.º CEB: 3 turmas do 7.º ano, 2 turmas do 8.º ano, 1 turma do 9.º ano e 2 turmas de 10.º ano com idades compreendidas entre os 12 e os 16 anos. Apenas se pedia a identificação do ano de escolaridade e turma, sendo anónimo relativamente aos restantes dados.

 

Resultados

A análise dos resultados obtidos através do questionário aplicado aos 174 alunos segue a ordem pela qual as questões foram colocadas.

O gráfico 1 apresenta as médias da perceção dos alunos sobre a eficácia das aulas com recurso aos métodos formais e informais de aprendizagem cooperativa.

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Gráfico 1: Médias da perceção sobre a eficácia das aulas com recurso a métodos de aprendizagem cooperativa

 

De acordo com o gráfico 1, os alunos consideram as aulas em que trabalharam com recurso a métodos cooperativos muito eficazes para todas as dimensões referidas no questionário: obtenção de boas notas nos testes, motivação para aprender, debate dos temas abordados, partilha de ideias e de conhecimentos, compreensão da matéria e dinamização da aprendizagem. Numa escala de 1 a 4 – correspondendo o nível 4 a concordo totalmente e o nível 1 a discordo totalmente – todos os itens têm uma avaliação, em média, superior a 3. Destacam-se a partilha de ideias e conhecimentos (3,46), o debate dos temas abordados (3,29) e a a motivação para aprender (3,26) como os aspetos mais valorizados pelos alunos.

Questionados sobre as preferências na formação dos grupos, a maioria dos alunos prefere que sejam formados por si próprios (40%). No entanto, 22% dos alunos concordam que os grupos sejam formados pelo professor, 21% com base no rendimento escolar e 17% aleatoriamente. A este propósito, Lopes e Silva (2009) apontam para os benefícios da formação dos grupos pelo professor com base no rendimento escolar, de modo a formar grupos heterogéneos e assim possibilitar a entreajuda, o apoio, o estímulo e a interdependência positiva entre os elementos do grupo. Neste enquadramento, Gonçalves (2010) aponta estas mesmas vantagens concluindo que estas se verificam para todos os tipos de alunos, quer tenham ou não necessidades educativas especiais.

Quanto à questão “Gosta de trabalhar em grupos de aprendizagem cooperativa? Justifique.”, a maioria dos alunos (97%), com a exceção de dois alunos do 7.º ano, um aluno do 8.º ano e dois alunos do 9.º ano, respondeu afirmativamente. Os cinco alunos que responderam negativamente justificaram a sua opção da seguinte forma: “Porque não me ajudou nas notas, se ajudou foi muito pouco.”; “Porque não sou muito boa a ajudar o colega, logo ele não aprende.”; “Gosto mais de estudar individualmente e tirar as dúvidas com o professor.”; “Porque não.” e “Prefiro trabalhar sozinho e pensar e aprender por mim.”. Os restantes alunos (97%), apresentaram uniformidade nos argumentos com que justificaram a sua opção afirmativa, salientando-se os seguintes aspetos:

- Poder partilhar ideias e conhecimentos;

- Poder debater ideias;

- Aprender a ouvir os outros;

- Ajudar a aprendizagem e melhorar os resultados;

- Responsabilizar cada um pelo sucesso de todos;

- Motivar para aprender;

- Proporcionar a entreajuda entre os colegas;

- Conhecer melhor os colegas;

- Tornar a aprendizagem mais dinâmica;

- Permitir desenvolver mais a autonomia;

- Desenvolver a capacidade de trabalhar em grupo;

- Executar as tarefas mais depressa e de forma mais correta.

O gráfico 2 apresenta a perceção dos alunos sobre as competências desenvolvidas com o trabalho cooperativo realizado no seu grupo.

 

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Gráfico 2: Perceção sobre as competências desenvolvidas no trabalho cooperativo

 

Sobre a avaliação do trabalho cooperativo no grupo, podemos verificar, a partir do gráfico 2, que os alunos foram capazes de se entreajudarem, ouvirem os colegas, contribuirem com as suas ideias e opiniões e partilhar responsabilidades. De entre as competências referidas, a gestão do tempo é a menos conseguida. Em qualquer uma das restantes competências mais de 100 alunos percecionaram como tendo ocorrido sempre (S). Atendendo aos resultados obtidos, a atribuição de papéis aos diferentes elementos do grupo, no trabalho cooperativo, nomeadamente o papel de controlador do tempo recomendado por autores como Lopes e Silva (2009) pode atenuar esta dificuldade manifestada pelos alunos.

Inquiridos sobre as técnicas de avaliação formativa implementadas pelos professores da Comunidade de Aprendizagem, os alunos assinalaram como preferidas o ponto enlameado (52%) e duas estrelas e um desejo (36%).

No que respeita à frequência de técnicas de avaliação formativa utilizadas pelos professores o gráfico 3 ilustra as respostas à questão: frequência das estratégias de avaliação formativa: uma vez por semana, de 2 em 2 semanas, 1 vez por mês ou 1 vez por período.

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Gráfico 3: Perceção sobre a frequência das avaliações formativas

 

Das respostas dos alunos, representadas no gráfico 3, podemos verificar que os alunos percecionaram como muito frequentes as avaliações formativas: uma vez por semana 96 alunos, 35 alunos de duas em duas semanas, 24 alunos uma vez por mês e 10 alunos uma vez por período.

Questionados sobre os efeitos da avaliação formativa na sua aprendizagem, 80% dos alunos inquiridos respondeu que a avaliação formativa contribui muito para a melhoria do rendimento escolar. Este resultado indica que a grande maioria dos alunos compreende os objetivos da avaliação formativa, que autores como Silva & Lopes (2015) salientam como um aspeto que contribui positivamente para o rendimento escolar dos alunos.

 

Conclusões

A partir da análise dos resultados obtidos com o questionário aplicado aos alunos sobre a utilização de métodos de aprendizagem cooperativa e estratégias de avaliação formativa, a Comunidade Desafios Educativos da Escola S. Pedro constatou que os alunos inquiridos apreciam trabalhar de forma cooperativa (97%), pois estes métodos potenciam a partilha de ideias e de conhecimentos, tornam as aulas mais dinâmicas e motivadoras, contribuem para uma melhor compreensão das matérias e melhores resultados escolares. Estes resultados estão de acordo com outros estudos (Cunha, 2007; Gonçalves, 2010; Lopes & Silva, 2010b; Ramos, 2008) que apontam no mesmo sentido. Também se verificou que a maioria dos alunos prefere que sejam os próprios alunos a constituir o grupo de trabalho cooperativo (40%), embora 21% dos alunos inquiridos concorde que o mesmo seja constituído pelo professor ou com base no rendimento escolar, o que é destacado por autores como Lopes e Silva (2010b).

O ponto enlameado (52%) e duas estrelas e um desejo (36%) são as técnicas de avaliação formativa preferidas dos alunos envolvidos no estudo, sendo que os mesmos destacaram realizar a avaliação formativa uma vez por semana (96 alunos) e que esta tem implicações positivas no rendimento escolar (80%), uma vez que contribui para a melhoria da sua aprendizagem, tal como referem Fernandes (2008, 2009), Lopes e Silva (2010b) e Silva e Lopes (2015).

Concluímos que os resultados do trabalho colaborativo desenvolvido pelos professores da CDE, além dos benefícios relacionais para os professores, das melhorias que introduz no ensino e na aprendizagem, quer dos alunos, quer dos próprios professores dado o desenvolvimento profissional que estes últimos realizam, também é percecionado como valioso pelos alunos, contribuindo para a melhoria dos seus resultados escolares. Parece-nos que estes resultados constituem um dado importante que atesta a eficácia das Comunidades de Aprendizagem e Desenvolvimento Profissional de professores e que devem ser difundidos por outras comunidades educativas.

 

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